Category Archives: Contos Eróticos

12

julho

Aventura Caseira

Por Aurora Rodrigues em 12/07/2017 às 5:57 pm

“Aventura Caseira”

Uma mãe ausente, um pai carente e uma filha descobrindo o prazer

 

Com o passar do tempo notei que o meu maior desejo estava diante dos meus olhos.  Como em toda boa história essa também vai partir da coisa que mais nos força a mudar idéias e quebrar tabus.

 

Tudo começou quando surgiu Aninha, uma menina doce e linda, a minha razão para viver.

 

Passaram-se 7,14 e 17 anos quando a minha garotinha já era quase uma mulher formada.

 

Eu e minha filha sempre fomos muito grudados e como sua mãe trabalhava de enfermeira no centro da cidade acabávamos ficando muito tempo sozinho.

 

Aninha sempre fora muito tímida, mas nunca boba, andava sempre bem arrumada e encantadora, como tinha por costume ficar mais em casa vivia de roupas mais confortáveis como pijamas e chinelos, e costumava sempre ficar em seu quarto.

 

Como toda família tradicional jantávamos juntos, sua mãe preparava a comida por volta de 17:00  horas, antes de sair para o seu trabalho, enquanto isso eu estava saindo do trabalho e passava na escola de Ana para que pudéssemos ir para casa.

 

Quando chego em casa minha mulher já está me aguardando para que eu a leve para o hospital,  depois retornava para casa quando chego minha filha já está banhada e vou também para o banho para podemos jantar.

 

Certa noite ao chegar em casa mais cedo, notei que minha filhinha não estava me esperando na sala como era de costume. Então fui até seu quarto e antes que eu tocasse na porta para abrir notei que estava entre aberta.

 

E lá estava minha filha, nua na frente de um espelho com uma mão acariciando o seu mamilo e a outra massageando sua vulva, quando me vi naquela cena me assustei, em um ato de impulso acabei batendo a porta com força em tentativa de fechá-la.

 

Obviamente ela notou que eu havia chegado ouvi o barulho de seu chuveiro sendo ligado e após uns 20 minutos ela desligou, passando mais alguns minutos ela apareceu na sala onde eu estava sentado, tentando entender o que eu acabara de ver.

 

Como se nada tivesse acontecido ela me olhou e disse:

 

-Você não vai tomar banho para que possamos jantar?

 

Eu não entendia o fato dela estar tão calma e agindo como se nada tivesse acontecido, mas decidi me manter calado e também fingir que nada havia acontecido.  Levantei e fui para o banho, enquanto estava na ducha não consegui parar de pensar no que havia visto.  Eu imaginava tanta coisa.

 

Como o que ela estava fazendo?

 

E o que eu faria em relação a isso?

 

E como eu agiria sobre aquela situação?

 

O pior não era pensar no que havia acontecido e sim o fato daquilo me deixar excitado, nessa noite no chuveiro foi à primeira vez em minha vida que me toquei pensando na minha filha.

 

Quando sai do chuveiro coloquei uma bermuda velha e confortável, fui para a sala e lá estava ela sentada de uma forma que me provocava com seu olhar como se soubesse o que eu estava pensando e até o que tinha feito.

 

Eu a chamei para jantar, fui até o fogão, mas esperei que ela se serviço, ela já mal intencionada acabou encostando seu bumbum  em mim , com aquela cena ainda em minha mente, rapidamente fiquei excitado, ela notou, e ao contrário da reação que eu esperava ela se aproximou ainda mais, e com jeito de quem não quer nada deu uma leve rebolada como se quisesse me provocar.

 

Não sabia muito o que fazer ou como agir como eu iria explicar o fato de estar excitado por minha filhinha. Naquele momento me afastei e fui para a mesa para poder me acalmar.

 

Durante todo o jantar ela não parava de me fitar, na minha cabeça já estava uma confusão, perdi a fome e decidi ir me deitar,  desejei a ela uma boa noite.

 

Quando cheguei ao meu quarto não consegui parar de pensar sobre o que estava acontecendo comigo. Aquela com certeza seria uma longa noite.

 

Quando o sono já está quase chegando os meus pensamentos acabam ficando mais dispersos fazendo com que eu deixasse tudo àquilo de lado.

 

Minutos depois ouço batidas na porta, ela pedindo pra entrar.  Eu não sabia ao certo o que ela queria, talvez ela só quisesse conversar sobre o que havia acontecido ou talvez me contar algo.

 

Mas da porta mesmo ela já me olha e me questiona.

 

-Pai não estou conseguindo dormir, posso dormir com o senhor?

 

Não sabia o que responder, acabei dizendo que sim, então ela entrou em meu quarto com um belo pijama que era formado por um short curto e uma regata com detalhes de renda e tão transparente que eu poderia ver que ela não estava usando nada por baixo. Ela foi até o outro lado da cama me olhando firmemente.

 

Com sua linda pele branca e macia, olhos grandes e cabelos negros e longos, um corpo já bem desenhado,  coxas grossas, bumbum durinho e peitos médios que le caiam muito bem.

 

Eu me calei estava aflito e acuado, e ao mesmo tempo confuso, pois só de pensar aquela linda ninfeta me cercando, já me excitava de novo.

 

Ela se deitou ao meu lado, virou se de costas, fazendo com que seu corpo  encostasse no meu.

 

Fiquei paralisado por algum tempo sem reação, ela se virou encostou sua cabeça em meu peito, tentei me esquivar para que ela não notasse que meu pau estava duro como uma rocha,  mas não teve como esconder, ela apoiou sua perna nas minhas e me olha com aquela cara de safada, nesse momento meus pensamentos era só dela  fiquei cego pelo tesão, sem pensar em minhas atitudes.

 

Ela se aproximou de mim e me beijou, um beijo quente e suave, enquanto me beijava senti sua mão descendo até o meu pau que a essa altura já estava latejando de tanto tesão.

 

Já cansado daquele jogo e de conter o meu desejo a segurei firme pelo braço e a joguei de volta na cama, ela me olhou com cara de assustada, dei um sorriso de lado e disse:

 

– Não entendo o que você quer de mim?

 

Sem nenhum pudor ela me responde:

 

– Eu quero apenas chupar você.

 

Sorriu se ajoelhou na cama, tirou o meu pau para fora e começou a chupa lo, ela fazia aquilo com tanto charme e desejo, me fazendo gemer, apesar da sua idade ela agia de uma forma surpreendente.

 

A segurei pelos cabelos a forçando engolir quase que por completo, ver ela me chupando me deixava cada vez mais prestes a gozar.

 

Com o meu gozo já se aproximando decidi tomar as rédias da situação, a deitei na cama, novamente saboreei sua boca, e devagar vou descendo passando pelo seu pescoço até chegar ao seus belos peitos, enquanto isso minha mão percorre até sua bucetinha, que a essa altura já estava totalmente molhada,  começo a tocá-la de um jeito que faz o seu corpo se arrepiar, ela dá um leve gemido em meu ouvido, aquilo me dá um ar de controle e muita satisfação pois sinto o seu líquido escorrendo pelos meus dedos. Desço minha boca até sua vulva começo dando leves beijos e chupadas conforme noto o seu desejo aumentar retribuo gradualmente com passadas de língua e carícias até que ela chegue ao auge do prazer, quando ela anuncia que vai gozar não alivio e a faço gozar em minha boca.

 

A levanto e a coloco contra a parede, ela não questiona, apóio suas mãos e abre suas pernas, pego o meu cacete e passo na sua bucetinha a fazendo gemer.

 

Ela me pede com uma voz de menina mimada:

 

-Me come logo Pai, já não agüento mais de vontade.

 

Coloco sem do o meu pau dentro dela, e ouço ela gemer alto, enquanto com minha mão vou acariciando o seu clitóris, seguro sua cintura e dou uma forte estocadas.

 

A coloco na cama, de frente para mim, a seguro com uma mão no pescoço e começo a fode-la com força, ela da gemidos que me enlouquecem, eu aviso que vou gozar e ela me pede para que goze em sua boca, antes que chegasse na sua boca sinto o meu gozo espirando e lambuzando todo o seu rosto, ela só me olha e da um sorriso sacana.

 

Nos deitamos na cama enquanto eu acaricio o seu cabelo, ela só me olhava em silêncio com carinha de sono, logo ela adormece e eu em seguida.

 

Na manhã seguinte quando acordei ela já não estava mais em minha cama, fui até o quarto dela onde ela dormia como um anjo.

 

Então fui preparar um café, pois logo teria que ir deixar minha filha na escola e buscar minha mulher no trabalho, me apressei.

 

Durante todo o caminho até a cidade ela não falou uma palavra, só ficava me olhando, como sua escola fica antes do hospital, a deixei primeiro.

 

Quando chegamos à escola, ela me rouba um beijo e disse:

 

– Estou de olho, não fale nada pra mamãe.

 

Escrito por: Aurora Rodrigue

13

junho

Prazer, Chuva

Por Ivan em 13/06/2017 às 2:22 am

Qualquer pessoa em sã loucura, conhece meu fascínio pela chuva.
E nessa noite chuvosa, lembranças inevitáveis voltaram em minha cabeça.
Lembrando da noite chuvosa em que você, com toda sua atraente timidez (também citaria como sábia ousadia), criou coragem e me chamou para passarmos a noite juntos, para eu pagar uma aposta que a princípio não passava de uma brincadeira, que era fazer uma massagem em todo o seu corpo.

Seu pai estava bêbado no bar, sem previsão pra voltar.
Tentando conversar com Deus, sobre recuperar seu casamento.

Sua mãe estava na casa de uma amiga.
É o que ela havia avisado.
É o que ela quis que sua filha acreditasse.
Eu não sei.
Bêbados não são tão adoráveis na cama.
Eles não se entregam como deveriam.
Ou se entregam demais.
A ponto do mistério não existir mais.
Logo aquele mesmo mistério fabuloso e excitante.
Bêbados são narcisistas.
Casa de uma amiga?
Eu não sei…

Sua irmã estava há 24 km de distância, fazendo exatamente aquilo que minha companheira da noite mais queria fazer comigo.
Fazendo-a contar os segundos de ver-me abrindo sua porta…seguido de seu short.
Seria inocência demais da parte dela se não imaginasse que eu perceberia as reais intenções dela.
Seria inocência demais da parte dela, achar que eu a acharia inocente naquela hora, em plena noite chuvosa.
‘Ei, gatinha. Vim pagar a aposta.’ – disse a ela, com a voz meio falhada.

Jamais esquecerei do brilho em seus olhos ao me ver entrando com a barba molhada, balançando o guarda chuva, desastradamente me molhando ainda mais, enquanto meu perfume inalava-se dentro de sua sala.
Pra dentro de sua alma.

Mas tive calma.
Gosto de torturas psicológicas.
Primeiro, o abraço.
O abraço apertado.
Com seus pés esticados.
Seus peitos colados fortemente em meu coração.
Sentindo seus lábios macios e quentes no canto da minha boca, quase que tocando em meus lábios gelados e molhados.

Após andarmos pela casa, olharmos alguns quadros familiares e conversarmos por nem 2 minutos sobre a idêntica aparência, ela imediatamente me levou até seu quarto, onde havia uma iluminação um pouco fraca.
Lá estava sua cama, com um lençol listrado estendido em cima de seu colchão.
Damn! Estava tudo tão incrível. Nem em meus pensamentos durante minha ida até a casa dela, havia pensado em coisas tão perfeitas.

De fato, ela estava mesmo, levando tudo isso a sério.
‘Então, eu comprei na net esse óleo aromatizante. Minha amiga disse que ele era muito bom.’ – disse ela, meio tímida sem fazer contato visual.

Ao estender a mão para olhar o produto, era um tubinho de óleo em forma de uma pimenta, com saída do óleo bem onde deveria ser o galhinho dela. Uma graça.
‘Haha. Bem pensado.’ – disse pra ela.

Sem mais palavras ou risadas por muito tempo, ela tirou sua camisa longa e deitou na cama de barriga para baixo.

Lá estava ela. Deitada só de sutiã com um shortinho bem curto, que mal encostava em suas coxas. Eu suspirei instantaneamente.
Joguei um pouco de óleo centímetros abaixo de sua nuca, e na mesma hora espalhei com as duas mãos, subindo com todos os dedos até sua cabeça, abusando de sua nuca e de seus ombros.

Sem mesmo perguntar, abri seu sutiã para poder massagear melhor.
Joguei óleo mais ou menos na metade de suas costas, e ali espalhei de cima até sua cintura.
Ainda lembro em como ela ficava cada vez que minhas duas mãos chegavam lentamente e profundamente até sua cintura.

‘Quer na parte de baixo do corpo?’ – perguntei a ela.
‘Mas é claro’, ela disse na mesma hora, abaixando o shortinho enquanto puxava algum assunto que eu juro pra você, que eu não lembro qual foi.
Eu acho que nem escutei ela falar nessa hora.
A única coisa que eu escutava, era minha própria voz, dizendo para mim mesmo: ‘Caralho, ela fica tão delícia de fio dental!’

Eu comecei em seu pé. Cuidava de um de cada vez com ambas as mãos, e ela parecia adorar. Apertava calmamente enquanto girava-o lentamente. Suas pernas eram massageadas com tanto carinho, que eu mesmo sabia que estava mandando bem.
O que ela não sabia, é que suas coxas também me fascinavam.
Eu havia descoberto uma nova espécie de fetiche: As coxas dela.
Eram simplesmente lindas.

Ainda adoro lembrar quando eu subia devagarzinho com as duas mãos, com a ponta de alguns dedos quase encostando em seus lábios. Não exatamente os lábios de sua boca.
Bom, pelo menos, não a boca de cima.
Ha.

Não da para descrever em como essa massagem acompanhada da chuva, estava me proporcionando um dos melhores momentos da vida.

Elas desciam apertando sua cintura, com a ponta dos dedos firmemente em sua pele.

Era a hora de fazer algo que não saía mais de nossas cabeças.
Tirei minha roupa sem que ela visse.
Me inclinei até ela, dando uma leve pequena mordida em sua nuca.
Por 4 segundos, ela sentiu todo o meu corpo colado no dela, e eu pude notar em 4 segundos, como o nosso corpo foi feito um para o outro.
Eu mesmo nem se quer consigo comparar algo tão entrosável como nossos corpos.

‘Não. Por favor, não.’ – ela tentou dizer, sem sair voz alguma de sua boca, enquanto levantava para sentar na cama.

Não havia nenhum motivo para eu parar com isso. Mesmo se tivesse, ele não seria tão importante a ponto de causar uma parada.

Lá estava eu. Saboreando a mulher mais atraente que meus olhos já haviam visto.
Logo atrás, levantando a cabeça dela pelos cabelos, para eu conseguir prová-la melhor.
Para eu sentir seu cheiro.
Sua respiração ofegante.
Seus quase gemidos ao sentir-me pelado e colado nela.
Ela só de calcinha, rebolando lentamente, excitada com cada suspiro profundo meu, sobre seu pescoço cheiroso.
Sobre seu pescoço que dançava exatamente a mesma canção que sua cintura.
Levando minha mão até o ápice dos seus desejos, fazendo com que gemidos quase mudos saíssem de sua alma.
De seu interior.
Sim.
Ela estava em chamas, presenciando-me, sentindo-me…em seu interior.
Cujas chamas só espalhavam-se.
Espalhavam-se sobre cada detalhe de seu corpo.
Com cada centímetro dos meus dedos, tocando levemente no meio dos seus lábios molhados…lábios melados.
Melados com o doce prazer de sua imaginação.
Deus! Eles estavam tão melados…

Lembro até hoje como sua pele ficou ligeiramente arrepiada.
A temperatura da palma da minha mão faziam-a dar leves tremidinhas, com sua boca aberta, seca…não tendo ciência alguma em como fazer para conseguir abrir os olhos.
Acho que ela nem tentara abrir os olhos.
Não faria sentido tentar.
E não havia as menores possibilidades de algo sem sentido estragar esse momento…

Já era notável a presença da chuva ali da janela.
Parecendo sorrir timidamente por estar em um momento tão íntimo ao nosso lado.
Mesmo não conseguindo descrever se eram sorrisos, ou extensas lágrimas de felicidade.
Vendo dois corpos colados um no outro.
Não se desgrudando por nada desse mundo.
A chuva até poderia tentar apagar nosso fogo, mas não sei se ela conseguiria…mesmo se quisesse.
A única coisa que a chuva quis, foi continuar observando detalhadamente o prazer máximo de dois corpos em chamas.
E eu pude perceber, claramente, que essa era a nossa chuva.
Só nossa.
Pelo menos nessa noite.
Enquanto a encurralei contra a cama, de costas pra mim…já sabia que essa era a nossa chuva.

A cada segundo, a cada momento em que eu a abraçava com a mão em volta de sua cintura, e encaixava fortemente seu cabelo na minha outra mão, eu não conseguia, mesmo, deixar de notar a chuva sorrindo.
Virei de frente para ela, dei um beijo, e pedi para ela deitar novamente em sua cama.
Ao que ela deitou, peguei em seus dois tornozelos, e a trouxe até a ponta da cama.
Tirei calmamente sua calcinha, só observando a cena.
Jesus…

Eu precisava urgentemente prová-la.

E lá estava eu, beijando a parte interna de sua coxa, e sem que ela esperasse, passei toda a minha língua em sua bela e melada amiguinha.
Começando de baixo até em cima.
Calmamente.
Saboreando o prazer.

Ela gemeu, e eu fiquei absurdamente excitado em ouvir aquela vozinha de tesão.
Era a melhor noite da vida dela.
Eu não preciso saber o que ela passou todos os dias de sua vida para ter total ciência disso.
Essa era a melhor noite dela.

A forma com que ela se movimentava, tremia, puxava o lençol, enquanto eu a chupava com a mão em seus peitos e outra puxando-a na cintura até minha boca, descrevia que de fato, ela estava tendo a melhor noite da vida ela.

Eu nunca vou esquecer dessa cena.
Não posso negar, muito menos esconder isso, pois estava estampado em meu rosto: Eu simplesmente me achava o máximo por dar tanto prazer assim pra uma mulher que mesmo se não quisesse intencionalmente, era capaz de também me dar um tesão absurdo.

Mal ela sabia, que esse tesão absurdo estava em ver ela com fogo entre as pernas.
Esse era meu maior prazer. Vê-la fora de si.
Meus olhos fechavam de tesão todas as vezes em que eu a via adorando sentir meus lábios, língua e dedo, sem fazer ideia do que estava por vir.
E a vontade que tive de alcançar logo o próximo passo para poder demonstrar o quão longe eu ainda poderia levá-la, era imensa.

Mas a calma permaneceu.
O desejo de guardar a surpresa, prevaleceu.
E a chuva só aumentava.
Meu fascínio por ela, também.
Meu exagerado fascínio pela chuva.

 

30

maio

Comendo a casada no carro

Por Anonimo em 30/05/2017 às 4:37 pm

Uma quinta feira, estava eu em casa olhando minhas redes sociais, quando vi que uma vizinha minha que era casada me enviou uma solicitação de amizade, meu coração acelerou, eu estava na época com 19 anos e ela era uma mulher muito atraente, um rosto lindo, sempre tive fantasias com ela. Ela é loira, corpo perfeito, faz academia e acompanhamento com personal, uma mulher séria mas com aquela carinha de safada, ela na época tinha 34 anos e era casada a uns 9, 10 anos. Pensei em puxar um papo com ela, fiz um elogio como quem não quer nada e prontamente ela me respondeu, começamos então a conversar e eu via que ela tinha uma forma diferente de falar, toda atenciosa e demonstrando interesse… Ficamos conversando e no mesmo dia a conversa já esquentou de uma forma diferente, falávamos algumas besteirinhas, mas nada demais, até porque nos víamos na rua e no trabalho dela, mas nunca havíamos conversado pessoalmente. Conversamos durante o final de semana e segunda feira a noite marcamos de nos encontrar, ela fazendo jogo duro disse que apenas conversaríamos e nos conheceríamos. Segunda feira a noite, marcamos um local para eu buscar ela, por ela ser casada, tudo tinha que sair sem nenhum vestígio. Ela falou para o marido que ia para a academia e então saímos… como tínhamos no máximo 2 horas e meia não podia levar ela muito longe, então levei ela em um lugar que eu sabia que era tranquilo e que podíamos ficar ali sem maiores problemas.. Estacionei o carro e começamos a conversar, ela com aquela roupa de academia e me olhando nos olhos já estava me deixando louco, conversamos um pouco e logo cheguei mais perto dela e começamos a nos beijar, era um beijo muito diferente, um beijo que sentia que ela era uma mulher experiente.. Ficamos nos beijando um tempo e comecei a passar a mão pelo seu corpo acariciando cada parte. Tentei então passar a mão na buceta dela, porém ela prontamente tirou minha mão e disse para irmos com calma, então ela passou a mão pelo meu corpo e agarrou meu pau, quase pirei, jamais imaginaria estar um dia ali com ela, e aquela adrenalina por ela ser casada e mais velha fazia eu pirar de tesão, ela acariciou por cima da minha calça um tempo enquanto nos beijávamos e logo abriu minha calça. Chegou mais perto e fazendo eu me encostar no banco começou a beijar minha barriga e a passar a língua em todo o meu pau, mas quando ela colocou aquela boca quentinha e molhada e começou a me chupar eu só agradecia a Deus por aquele momento. Era um boquete muito diferente, ela sugava meu pau de uma forma que me fazia contorcer de tesão, ela ficou me chupando um tempo e eu já estava louco para chupar aquela buceta, falei então para irmos para o banco de trás, quando sentamos atras logo comecei a passar a mão nela e beijando o seu corpo, chupei aqueles peitos e fui beijando a barriguinha, chapadinha e durinha que me deixava com mais tesão ainda. Coloquei ela sentada com as pernas pra cima e me abaixei na frente dela, comecei a passar a língua por cima da calcinha dela que eu já sentia estar toda molhada, beijava a virilha dela devagarzinho e passava a língua em suas pernas, tirei a calcinha dela e quando vi aquela buceta, toda molhada com aquela pista de pouso bem ralinha e aquele grelo grande, abracei as pernas dela e comecei a chupar. Galera, vocês não fazem ideia do tesão que eu tava sentindo. Pois bem, chupei ela e ela gemia e ficava cada vez mais molhada, me deixando com mais tesão, fui chupando e virando ela para que ficasse de quatro… Abri aquela bunda durinha e comecei a passar só a pontinha da língua molhada e quente bem devagarzinho no cuzinho dela, ela me segurava forte no braço de tesão, chupei aquele cu um monte, então me levantei atras dela e enfiei meu pau bem devagar na buceta dela, e comecei a meter de quatro, não acreditava que estava comendo aquela coroa gostosa que eu sempre morri de tesão, enrolei minha mão no cabelo loiro liso dela e socava meu pau inteiro naquela buceta, fodi aquela buceta até não aguentar mais. Comecei a colocar o dedo no cuzinho dela novamente enquanto metia, fui então tentar colocar o meu pau, mas ela não deixou e me empurrou contra o banco e sentou em cima de mim, olhava aquele corpo na minha frente e ela sentando bem gostoso… Transamos um monte, ela sentava e me olhava com uma carinha de safada pedindo pra eu gozar pra ela, logo falei que ia gozar e ela pulou de cima de mim e agarrou meu pau com força e começou a me chupar novamente, falando em sussurros “goza na minha boca” não consegui segurar mais nem um segundo, ela sugava o meu pau e então gozei, e ela chupou tudinho e ficou me chupando. Sentia como se tivesse saindo uma alma do meu corpo, poucas vezes gozei tanto como aquele dia.

Bom galera, tenho 21 anos e sou de SC e por sorte, essa história aconteceu comigo haha espero que gostem do relato!

30

maio

Uma foda memorável

Por Anonimo em 30/05/2017 às 2:42 pm

Sou de Urussanga, SC, poderia eu postar esse meu conto aqui no grupo, porém é uma terrinha cheio de filho da puta, então prefiro manter o anonimato.
Costumo escrever minhas melhores aventuras e deixar salvo, pra toda vez que ler sentir novamente a sensação.

Era um dos nossos aniversários e eu estava decidida que iria ser diferente…
Me chamo D**, tenho 21 anos, 1,66 altura, 54kg, morena, cabelo liso longo, apaixonada por tatuagens…

Já estava tudo combinado, naquela noite de comemoração iríamos para o motel, eu nunca tinha usado uma fantasia com ele ainda, então resolvi que essa seria a primeira vez. Escolhi uma de gatinha 🐱, meias liga preta, tiara com orelhinhas, salto alto, soutian rendado, calcinha fio dental com um rabinho de gatinho atrás, que deixou meu bumbum mais redondinho e empinadinho do que já era. Costumávamos nos ver apenas nas quartas-feiras e nos finais de semanas, o que era muito bom, pois a saudade deixava tudo mais quente sempre!
Aguardei ansiosamente durante o dia, não conseguia fazer nada direito pensando no que seria naquela noite, estava decidida que seria um sexo completo, e só de pensar minha calcinha fica molhada.
Faltava pouco pra ele me buscar em casa, fui pro banho planejando cada detalhe, não me contive pensando naquele pau suculento e me toquei, estava pingando, meti os dedinhos nela ali mesmo, e com a outra mão segurava o jatinho do chuveiro no meu clitóris, gozei deliciosamente, e só me deixou com gosto de quero mais.
Me arrumei toda, estava passando meu perfume quando ouvi a buzina do seu carro, -ele chegou! – Peguei minha bolsa, abri a gaveta e peguei um vibrador que eu tinha e botei dentro dela.
Descendo as escadas vi ele , me esperando do lado de fora do carro, estava mais gato do que o normal, com uma camisa que realçava ainda mais seus músculos “nossa”. -Oi amor!- um beijo- Oi, nossa, você está linda!- ele abre a porta do carro pra mim, eu entro…
No motel
Entramos, ele botou o champagne na geladeira, fui até ele, dei um beijo delicioso e pedi pra ele deixar as luzes no ponto exato, enquanto eu iria no banheiro me arrumar… assim foi feito.
Disse que estava pronta, ele foi me buscar até o banheiro
(Eu estava morrendo de vergonha, não deveria, eu não era assim tímida, mas ele me deixava dessa maneira, ele não é o tipo de homem que toma a iniciativa e se solta deixando tudo mais fácil, mas ele fazia tudo o que eu mandava na cama, o que é bem interessante também…)
Ele me buscou, me levou pela mão até próximo da cama, onde tinha uma cadeira, ele estava sem palavras, dei uma volta em sua frente, ele só suspirou e disse -“nossa!” Então fui até a cadeira e sentei, chamei ele até perto de mim, passei a mão sobre seu jeans, podia sentir seu pau duro igual uma rocha, acariciei ele sobre o jeans olhando fixadamente dentro de seus olhos, podia ver o tesão em suas expressões, então falei -” ele está do jeito que eu gosto”.
Abaixei sua calça e chupei aquele pau generoso e cheiroso, me babando todinha nele, chupava seus testículos indo até sua base sugando gostoso sua cabecinha rosada. Ele me levantou da cadeira, me botou apoiada na cama e dando tapas estralados na minha bunda falava o quanto eu estava deliciosa. Alcancei meu vibrador
na bolsa, liguei e coloquei entre minhas pernas, enquanto ele deixava minha bunda vermelha de tanto bater, estava louca de tesão, onde gozei a primeira vez.
Então ele tirou minhas pequenas roupas, me deixando somente de meias e salto alto, me botou de quatro na beirada da cama e começou a me chupar, sentia sua língua molhada e quente na minha bucetinha, -“meu grelo está latejando de saudades bebê” -falei. -vou matar toda tua saudade- ele respondeu. Então senti sua língua molhada no meu cuzinho, enquanto seus dedos deslizavam no meu clitóris, que delícia! Eu gemia igual uma putinha!
Eu estava decidida que naquela noite eu iria dar meu rabinho pra ele, me preparei pra isso.
Então pressionei um dedo no meu rabinho que já estava molhadinho de tanto ele chupar, e de vagar senti meu dedo entrar enquanto ele chupava minha bucetinha. -“isso sua gostosa, mete o dedo nesse rabinho” – ouvi ele dizer.
Quando eu já estava me retorcendo de tezão, ele pegou o vibrador e enfiou com todo cuidado dentro do meu cu molhadinho, dizendo que ia me abrir toda! Fiquei louca com aquelas palavras. Ele ia enfiando aquele vibrador de uns 18cm no meu rabo a medida que eu gemia mais.
Ele se levantou, me deixando de quatro e deixando o vibrador dentro do meu rabinho, deu dois tapas fortes na minha bunda, então logo implorei -“come minha bucetinha, enfia esse cacete nela cachorro”. Ele enfiou seu pau com toda força nela, e na primeira estacada gozei, gemendo alto a medida que ele bombava seu cacete em mim. Que delicia sentir aquele pau com aquele vibrador no meu cu.
Foi quando ele tirou o vibrador de dentro de mim, sentei na cama chupando e punhetando aquele pau com todo carinho, batia o cacete dele na minha cara e olhava pra ele falando o quanto gostava daquele pau delicioso. Então ele pediu pra mim ficar de 4 novamente, me chupou fazendo meu líquido pingar sobre a cama, então senti seu pau pressionar meu cuzinho e deslizar devagar até o fundo! Nossa! Naquela noite ele me enrabou gostoso, em meio de tapas, nunca senti tanto tesão.
Uma hora ele parou de meter, abriu bem minha bunda e disse -“olha que coisa linda esse cuzinho todo aberto” . Eu conseguia olhar pelo espelho do teto meu rabo com o buraco enorme, fiquei um pouco assustada confesso, mas estava cheia de tesão.
Então botei aquele homem deitado na cama, tirei meu salto e subi em cima dele cavalgando igual uma louca com o bumbum virado pra ele. Ele elogiava minha bunda em meio a tapas, então tirei seu pau da minha buceta e enfiei no cuzinho, ele pegou no meu cabelo com força quando fiz isso, soltando um grito de tesão, depois de umas sentadas ouvi ele dizer que ia gozar, então me levantei e ajoelhei no chão, pedindo todo aquele leite na boquinha! Amo! Nunca tinha sentido ele gozar com tanta força.
Estava mais do que satisfeita, a noite tinha sido perfeita.
Então botamos a hidromassagem encher enquanto tomamos uma chuveirada, ele como sempre carinhoso comigo após o sexo.
Ficamos na hidromassagem nos deliciando com os docinhos que ele havia comprado e o champagne. Ahh como eu amo esse homem!!

09

abril

Bílis

Por Ferdinando Piva em 9/04/2017 às 4:56 pm

– Quero duas escamas.

– Dá a grana que vou buscar.

– Nem fodendo; nunca é assim.

-Quer ou não, porra?

Olhou-me como se me achasse ridículo. Ela sabia que era a única opção.

-Feito. Se sumir com os 100, como a acho?

Pergunta estúpida. Ela era puta naquela zona. Não iria sumir, tem um contrato rígido e eu, como macho com cartão, mandava.

– Tó.

– Já volto.

Pedi uma dose de Campari e uma Brahma por preços absurdos, preços de zona. Sentado, ainda bêbado, pedi pra tia das putas botar um Raul no Jukebox: já não aturava  o berro do sertanejo feminista. Ninguém gostou, todos olharam-me torto: retornei o olhar aos dois outros machos do recinto – quando chapado, dou uma de Dirty Harry – e os dois nada fizeram. Uma morena-jambo senta-se ao meu lado justamente quando a outra puta entregara-me o pó. Acompanhou-me ao banheiro e, antes de retaliar o pó, a tia da zona abre a porta e a puxa, dizendo não ser a madame uma “delas”: a mim, não houve repreensões. Expliquei que só iríamos cheirar e tal, paguei a conta e saí com a doida.

– Vamos pro posto, lindo?

– Vamos.

No posto, enchi o cu de cerveja  “gourmet” e, por consequência, o da que me acompanhava. Não metia há meses e aquela jambo era fácil e indolor: como os dentes de uma “suposta puta” podiam ser tão brancos? Nos beijamos e a convidei pra ir até minha casa… Eu possuía pó, cerveja e, agora, uma buceta: não é o conjunto que se compra ao escolher idolatrar roqueiros mortos e escritores malditinhos na adolescência? Aos 25, você ainda glamouriza esses imbecis  e, apesar de ter a noção que o glamour  é aniquilado no dia seguinte, não consegue se desmembrar dessa carcaça obesa  e cai de cabeça em cocaína de merda E  vagabundas com jeito de aidéticas que sempre fode sem camisinha. A presa em questão tinha cicatrizes de automutilação nas coxas, tatuagens imbecis e três filhos. Disse-me que não era prostituta, que não sabia o que fazia num puteiro e que era formada em enfermagem. A buceta era incrivelmente cheirosa e repetiu-me cinco vezes:

– Por que não corta os pelos da virilha e do saco? Estou engasgando com pelos…

– Porque não tinha a esperança de comer alguém.

– Quer que eu corte?

– Não… (apesar de chapado, jamais deixaria uma vadia que mal conheço chegar com uma tesoura perto da minha rola).

Posicionei-me deitado. Havia cheirado e bebido o dia todo. Ela que fosse por cima… Além da tendência natural, acrescente-se o pó e o álcool: aguentei 50 minutos e aguentaria mais. A desgraça gozou 6 ou 7 vezes; eu tapava sua boca violentamente, mas não adiantava: o vizinho “bicha cultural”, a coroa comestível de frente com seus filhos… Ouviram. A primata berrava feito uma retardada de hospício (talvez, devesse sê-la, vai saber…) e meu ego inflacionava-se: eu estava longe de gozar e lá meu pau, duraço.  A porra da mina bem que tentou, sentou com tudo, bombeou, falou merda no ouvido… Nada. Duro e insensível,  minha virilha melada, mais uma vez tapando sua boca com violência, roçando minhas digitais em seus dentes… Comecei a atentar-me, já que o efeito do pó acabara, em seu corpo, em seu rosto. Sua pele lembrava-me cor de Dreher, seus seios eram batalhões de selvagens , os dentes, mesmo sendo fumante, cheiradora e puta (a encontrei num puteiro, o qual frequento pra pegar pó), eram alvo-hollywoodianos e nariz de  ponta-de-lança neolítica  (pedante, não? Bem, quando cheiro  viro um merda dum intelectualoide de boteco e escrevo merdas como esta) ; com o detalhe de uma porra duma pinta na narina esquerda que dá vontade de arrancar com o dente…  Algumas tatuagens baratas e bregas – rosas e fadinhas- só que, puta que pariu: a buceta fechadinha e tão limpa que até senti  falta do cheiro orgânico típico de mijo com carne esponjosa  + suor e demais fluidos. Estávamos cheirando e bebendo há 6 horas e, vai lá saber como, sem banho, a desgraça mantinha-se cheirosa.

– Só eu vou te comer? – Deitou-se, com as pernas abertas.

Não metia há tempos. Estava cheirado. A fiz gozar 7 vezes e ainda tenho que “atuar”? Bem, que seja. Fui com tudo. A comendo, ouvia minha barriga em atrito com o corpo da mocinha. Foi melhor do que imaginei: tive que segurar pra não gozar dentro (porra, imagine se engravido uma cocainomana, já com 3 filhos e que conheci num puteiro?). Esperei-a gozar (sou um cavalheiro) e logo tirei, pedindo pra gozar em sua boca. Alertei-a do fato de eu estar há mais de horas sem gozar e que sairia muito: ela foi, pagando um boquete enquanto punhetava. Gozei litros e ela, imediatamente, foi ao banheiro cuspir. Não a culpo: cheirei e bebi a noite toda, minha porra devia tá amarga (uma ex me relatava a experiência  gustativa).

Aí, a inevitável racionalização pós-orgasmo: tudo ruiu em minha consciência, cada pedaço de amianto do meu Ser desabou: os gastos, as DSTs, a burrice da mina, um possível golpe, a possível AIDS, gravidez da neandertal,  o fato de só conseguir doentes mentais pra foder, o motoqueiro que ameacei de degolar com perna de cadeira… Silêncio, ansiedade mastigando o espírito, medição cardíaca a cada 20 segundos, olhar fixo em qualquer objeto, irritação pelo 5º “você tá bem?“ ;  a  garota, a mesma a qual eu estava chupando e cheirando, com sofreguidão, cada milímetro do corpo torna-se um  empecilho: não a olho nos olhos, nada ouço, escancaro o desinteresse e o tédio, emudeço-me… sua formação bibliográfica vem-lhe à mente e nota  que, nada daquilo, serve de merda alguma, anamnese de sua criação intelectualizada com ótimos pais, nota que em seu tempo livre só cheira e bebe, nada leu nos últimos anos, busca por exemplos junkies na música e literatura para se autoafirmar e glamourizar uma situação que não tem glamour desde 2013. Estou com  problemas no cu e não irei ao Dr. Tenho necessidade de mostrar-me intelectual (sei que sou um asno) diante de professorezinhos de bosta.  Zombo de Tudo e dou um sorriso visceral de dançarina do Faustão pra caralhada toda. Sou o pigarro de Prometeu. Sou ruína.

04

abril

O dia que todo mundo queria ter

Por Anonimo em 4/04/2017 às 3:18 pm

Ola, eu sou um jovem seguidor do 8balls e aqui contarei a minha historia a vocês,  Uma vez era quinta feira na minha pequena e pacata cidade, eu sai com uns amigos para tomar uma vodka e quem sabe arrumar algum esquema para terminar a noite, quando me dei conta era 1h da manha e eu tinha que trabalhar as 7 no outro dia, e ate aquele momento nao tinha encontrado nada e provavelmente iria para casa e terminar sozinho, ate que quando eu ja estava em casa deitado na cama, uma guria que eu pegava de vez em quando me liga e diz que esta na rua com uma amiga dela e queria tomar uma vodka e pediu se podia ser na minha casa, falou que eu nao iria se arrepender, foi quando eu pensei, pelo menos sexo eu arrumei, e disse que elas poderiam vim em minha casas,  elas vieram trouxeram as bebidas, quando a gente se deu conta estavamos falando de sexo, uma delas começou falar que adorava fazer sexo a 3, com um homen e 2 mulheres, e papo vai papo vem, quando me dou conta estou pelado no meio da minha sala com as duas me mamando, uma loira e uma morena, duas delicias, fui trabalhar no outro dia com uma ressaca, mas com uma felicidade moral que nao esta escrito, me sentindo o cara,  essa é a minha historia, muito obrigado a comunidade do 8balls por me fazer feliz e mais feliz a cada dia que passa

énoiscarai