12

julho

Aventura Caseira

Por Aurora Rodrigues em 12/07/2017 às 5:57 pm

“Aventura Caseira”

Uma mãe ausente, um pai carente e uma filha descobrindo o prazer

 

Com o passar do tempo notei que o meu maior desejo estava diante dos meus olhos.  Como em toda boa história essa também vai partir da coisa que mais nos força a mudar idéias e quebrar tabus.

 

Tudo começou quando surgiu Aninha, uma menina doce e linda, a minha razão para viver.

 

Passaram-se 7,14 e 17 anos quando a minha garotinha já era quase uma mulher formada.

 

Eu e minha filha sempre fomos muito grudados e como sua mãe trabalhava de enfermeira no centro da cidade acabávamos ficando muito tempo sozinho.

 

Aninha sempre fora muito tímida, mas nunca boba, andava sempre bem arrumada e encantadora, como tinha por costume ficar mais em casa vivia de roupas mais confortáveis como pijamas e chinelos, e costumava sempre ficar em seu quarto.

 

Como toda família tradicional jantávamos juntos, sua mãe preparava a comida por volta de 17:00  horas, antes de sair para o seu trabalho, enquanto isso eu estava saindo do trabalho e passava na escola de Ana para que pudéssemos ir para casa.

 

Quando chego em casa minha mulher já está me aguardando para que eu a leve para o hospital,  depois retornava para casa quando chego minha filha já está banhada e vou também para o banho para podemos jantar.

 

Certa noite ao chegar em casa mais cedo, notei que minha filhinha não estava me esperando na sala como era de costume. Então fui até seu quarto e antes que eu tocasse na porta para abrir notei que estava entre aberta.

 

E lá estava minha filha, nua na frente de um espelho com uma mão acariciando o seu mamilo e a outra massageando sua vulva, quando me vi naquela cena me assustei, em um ato de impulso acabei batendo a porta com força em tentativa de fechá-la.

 

Obviamente ela notou que eu havia chegado ouvi o barulho de seu chuveiro sendo ligado e após uns 20 minutos ela desligou, passando mais alguns minutos ela apareceu na sala onde eu estava sentado, tentando entender o que eu acabara de ver.

 

Como se nada tivesse acontecido ela me olhou e disse:

 

-Você não vai tomar banho para que possamos jantar?

 

Eu não entendia o fato dela estar tão calma e agindo como se nada tivesse acontecido, mas decidi me manter calado e também fingir que nada havia acontecido.  Levantei e fui para o banho, enquanto estava na ducha não consegui parar de pensar no que havia visto.  Eu imaginava tanta coisa.

 

Como o que ela estava fazendo?

 

E o que eu faria em relação a isso?

 

E como eu agiria sobre aquela situação?

 

O pior não era pensar no que havia acontecido e sim o fato daquilo me deixar excitado, nessa noite no chuveiro foi à primeira vez em minha vida que me toquei pensando na minha filha.

 

Quando sai do chuveiro coloquei uma bermuda velha e confortável, fui para a sala e lá estava ela sentada de uma forma que me provocava com seu olhar como se soubesse o que eu estava pensando e até o que tinha feito.

 

Eu a chamei para jantar, fui até o fogão, mas esperei que ela se serviço, ela já mal intencionada acabou encostando seu bumbum  em mim , com aquela cena ainda em minha mente, rapidamente fiquei excitado, ela notou, e ao contrário da reação que eu esperava ela se aproximou ainda mais, e com jeito de quem não quer nada deu uma leve rebolada como se quisesse me provocar.

 

Não sabia muito o que fazer ou como agir como eu iria explicar o fato de estar excitado por minha filhinha. Naquele momento me afastei e fui para a mesa para poder me acalmar.

 

Durante todo o jantar ela não parava de me fitar, na minha cabeça já estava uma confusão, perdi a fome e decidi ir me deitar,  desejei a ela uma boa noite.

 

Quando cheguei ao meu quarto não consegui parar de pensar sobre o que estava acontecendo comigo. Aquela com certeza seria uma longa noite.

 

Quando o sono já está quase chegando os meus pensamentos acabam ficando mais dispersos fazendo com que eu deixasse tudo àquilo de lado.

 

Minutos depois ouço batidas na porta, ela pedindo pra entrar.  Eu não sabia ao certo o que ela queria, talvez ela só quisesse conversar sobre o que havia acontecido ou talvez me contar algo.

 

Mas da porta mesmo ela já me olha e me questiona.

 

-Pai não estou conseguindo dormir, posso dormir com o senhor?

 

Não sabia o que responder, acabei dizendo que sim, então ela entrou em meu quarto com um belo pijama que era formado por um short curto e uma regata com detalhes de renda e tão transparente que eu poderia ver que ela não estava usando nada por baixo. Ela foi até o outro lado da cama me olhando firmemente.

 

Com sua linda pele branca e macia, olhos grandes e cabelos negros e longos, um corpo já bem desenhado,  coxas grossas, bumbum durinho e peitos médios que le caiam muito bem.

 

Eu me calei estava aflito e acuado, e ao mesmo tempo confuso, pois só de pensar aquela linda ninfeta me cercando, já me excitava de novo.

 

Ela se deitou ao meu lado, virou se de costas, fazendo com que seu corpo  encostasse no meu.

 

Fiquei paralisado por algum tempo sem reação, ela se virou encostou sua cabeça em meu peito, tentei me esquivar para que ela não notasse que meu pau estava duro como uma rocha,  mas não teve como esconder, ela apoiou sua perna nas minhas e me olha com aquela cara de safada, nesse momento meus pensamentos era só dela  fiquei cego pelo tesão, sem pensar em minhas atitudes.

 

Ela se aproximou de mim e me beijou, um beijo quente e suave, enquanto me beijava senti sua mão descendo até o meu pau que a essa altura já estava latejando de tanto tesão.

 

Já cansado daquele jogo e de conter o meu desejo a segurei firme pelo braço e a joguei de volta na cama, ela me olhou com cara de assustada, dei um sorriso de lado e disse:

 

– Não entendo o que você quer de mim?

 

Sem nenhum pudor ela me responde:

 

– Eu quero apenas chupar você.

 

Sorriu se ajoelhou na cama, tirou o meu pau para fora e começou a chupa lo, ela fazia aquilo com tanto charme e desejo, me fazendo gemer, apesar da sua idade ela agia de uma forma surpreendente.

 

A segurei pelos cabelos a forçando engolir quase que por completo, ver ela me chupando me deixava cada vez mais prestes a gozar.

 

Com o meu gozo já se aproximando decidi tomar as rédias da situação, a deitei na cama, novamente saboreei sua boca, e devagar vou descendo passando pelo seu pescoço até chegar ao seus belos peitos, enquanto isso minha mão percorre até sua bucetinha, que a essa altura já estava totalmente molhada,  começo a tocá-la de um jeito que faz o seu corpo se arrepiar, ela dá um leve gemido em meu ouvido, aquilo me dá um ar de controle e muita satisfação pois sinto o seu líquido escorrendo pelos meus dedos. Desço minha boca até sua vulva começo dando leves beijos e chupadas conforme noto o seu desejo aumentar retribuo gradualmente com passadas de língua e carícias até que ela chegue ao auge do prazer, quando ela anuncia que vai gozar não alivio e a faço gozar em minha boca.

 

A levanto e a coloco contra a parede, ela não questiona, apóio suas mãos e abre suas pernas, pego o meu cacete e passo na sua bucetinha a fazendo gemer.

 

Ela me pede com uma voz de menina mimada:

 

-Me come logo Pai, já não agüento mais de vontade.

 

Coloco sem do o meu pau dentro dela, e ouço ela gemer alto, enquanto com minha mão vou acariciando o seu clitóris, seguro sua cintura e dou uma forte estocadas.

 

A coloco na cama, de frente para mim, a seguro com uma mão no pescoço e começo a fode-la com força, ela da gemidos que me enlouquecem, eu aviso que vou gozar e ela me pede para que goze em sua boca, antes que chegasse na sua boca sinto o meu gozo espirando e lambuzando todo o seu rosto, ela só me olha e da um sorriso sacana.

 

Nos deitamos na cama enquanto eu acaricio o seu cabelo, ela só me olhava em silêncio com carinha de sono, logo ela adormece e eu em seguida.

 

Na manhã seguinte quando acordei ela já não estava mais em minha cama, fui até o quarto dela onde ela dormia como um anjo.

 

Então fui preparar um café, pois logo teria que ir deixar minha filha na escola e buscar minha mulher no trabalho, me apressei.

 

Durante todo o caminho até a cidade ela não falou uma palavra, só ficava me olhando, como sua escola fica antes do hospital, a deixei primeiro.

 

Quando chegamos à escola, ela me rouba um beijo e disse:

 

– Estou de olho, não fale nada pra mamãe.

 

Escrito por: Aurora Rodrigue





Deixe um comentário

Seja o Primeiro a Comentar!

Notify of
avatar
wpDiscuz